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Protocolo de segurança para profissionais de estética

A imagem é uma foto. Em um ambiente de clínica, uma profissional de estética atende uma cliente. A profissional é uma mulher branca e está paramentada com máscara e luva descartável.

Trabalhar na área de estética exige, além do conhecimento técnico da atividade exercida, o entendimento sobre biossegurança.

A biossegurança consiste na aplicação de um protocolo de cuidados que tem como objetivo minimizar o risco de transmissão de doenças infecciosas durante os atendimentos, Já que há contato direto com a pele e a mucosas dos clientes.

Cumprir o protocolo também garante que o salão ou a clínica esteja dentro dos padrões estabelecidos pela vigilância sanitária e não tenha problemas quanto ao seu funcionamento.

Quer ficar por dentro dos cuidados necessários para prevenir doenças transmissíveis durante os atendimentos? Então confira:

A primeira linha de defesa contra a propagação de doenças é a higiene pessoal do profissional. Isso pode soar meio óbvio, mas coisas simples, como:

  • Lavar as mãos entre um atendimento e outro com água e sabão por cerca de 20 segundos
  • Manter unhas curtas e limpas
  • Deixar os cabelos presos
  • Usar um uniforme limpo

Ajudam a prevenir o acúmulo e a proliferação de vírus e bactérias.

Os protocolos de limpeza e desinfecção foram intensificados depois da pandemia, com atenção especial para superfícies de muito contato:

  • Maçanetas de porta
  • Balcão de atendimento
  • Equipamentos compartilhados
  • Banheiros
  • Macas
  • Cadeiras

Desinfetantes aprovados pelas autoridades de saúde são os recomendados para garantir a eliminação de vírus e bactérias.

Todos os instrumentos e equipamentos utilizados durante os procedimentos estéticos devem ser esterilizados adequadamente entre cada atendimento. Isso inclui:

A esterilização pode ser feita com autoclave, estufas e desinfetantes químicos.

Em São Paulo, o descarte de materiais utilizados em salões de cabeleireiro e clínicas de estética é regulamentado pelas normas da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e pela legislação municipal:

  • Os materiais biológicos, como algodão, gaze, lixas, palitos, luvas e toucas, devem ser descartados em recipientes específicos para resíduos biológicos. Esses recipientes devem ser resistentes, ter tampa e ser identificados com o símbolo de perigo biológico.
  • Os materiais cortantes e perfurantes, como agulhas e lâminas de barbear devem ser descartados em recipientes próprios. Esses recipientes são projetados para impedir que os materiais perfurantes saiam e causem ferimentos acidentais. Eles devem ser fechados e lacrados.

O descarte pode ser feito com o auxílio de empresas especializadas.

O uso de EPIs tornou-se ainda mais essencial para proteger profissionais e clientes depois da pandemia. É obrigatório o uso de:

  • Máscaras faciais
  • Luvas descartáveis
  • Aventais
  • Toucas

Lembrar sempre de higienizar e descartar corretamente estes equipamentos.

Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

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