
Houve um tempo em que a internet era acessada quase exclusivamente por meio de computadores e afins, mas isso não é mais realidade. Nos últimos anos, o acesso à rede foi incorporado a objetos e ferramentas do dia a dia, trazendo novas possibilidades de mercado e transformando a rotina de trabalho dos profissionais.
Essa rede integrada é conhecida como a Internet das Coisas (IoT), uma das grandes tendências da tecnologia para o momento. Vamos entender o que é?
IoT: a definição
De forma geral, a Internet das Coisas é definida como a integração de objetos à rede, via wi-fi, cabo ou bluetooth. O conceito abrange desde itens comuns da rotina até máquinas complexas, que antes pareciam estar isoladas da rede. Alguns exemplos são:
- eletrodomésticos (geladeira, televisão, forno, máquina de lavar etc.);
- automóveis;
- sensores de movimento, temperatura e umidade;
- câmeras de segurança;
- assistentes virtuais (Amazon Alexa, Google Nest etc.);
- máquinas industriais.
Rede integrada
Mesmo que você ainda não conheça o termo, provavelmente já reparou como essa conectividade abriu muitas portas, não é mesmo? Um exemplo simples são as smart TVs, que permitem ao espectador acessar o seu canal de streaming, fazer uma pesquisa no navegador e até entrar na própria rede social usando a televisão.
Outros eletrodomésticos, como as geladeiras, já possuem modelos que monitoram o estoque e organizam a lista de compras, além de sugerir receitas com base nos ingredientes disponíveis. Essas e outras informações, como a temperatura da geladeira, podem ser controladas e analisadas por meio do celular, graças à conectividade do eletrodoméstico.
Câmeras, assistentes virtuais (como a Alexa), sensores de temperatura e umidade também possuem o monitoramento via wi-fi, enviando e recebendo dados a distância.
IoT industrial
Mas não é só nos objetos residenciais que a rede vem sendo integrada. Na indústria, a automação de processos, o controle de estoque e da manutenção ganharam novos recursos com o acesso à rede. Agora, seus fluxos podem ser analisados em tempo real, com a ajuda de ferramentas de IA e softwares de análise de dados.
Além disso, os sensores industriais instalados em máquinas de manufatura notificam barulhos, variações de calor e gastos de energia incomuns, detectando possíveis falhas antes que elas aconteçam. A manutenção preditiva, como é chamada essa abordagem, traz melhoras importantes para o desempenho e a vida útil dos equipamentos.
O futuro da IoT
A expectativa é que a Internet das Coisas deve trazer grandes mudanças para a área da saúde, do varejo e da administração pública. O conceito de cidades inteligentes, por exemplo, prevê semáforos, meios de transporte, sistemas de iluminação e segurança integrados.
Na saúde, o conceito já ganhou até um nome próprio: Internet of Medical Things (IoMT) ou, em português, a Internet das Coisas Médicas, que envolve uma infraestrutura conectada de atendimento para monitorar a saúde do paciente e realizar procedimentos com apoio da robótica.
Diante do cenário de crescimento, a configuração e o reparo desse tipo de hardware e software deve se tornar, cada vez mais, um conhecimento valioso para os profissionais de tecnologia. Os avanços da inteligência artificial e da conectividade 5G também devem alavancar o tema nos próximos anos e, por isso, é preciso estar antenado nesses assuntos!
O Cate, inclusive, já fez um artigo explicando o que é a internet 5G e como ela deve impactar os negócios: clique aqui para acessar. Não perca esse e outros aprendizados interessantes na área de tecnologia:
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